As crônicas da cozinheira: a receita, o vídeo e a barata.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Como vocês já perceberam, eu costumo desculpar o meu longo sumiço sempre com uma receita bacana. E como eu estive bastante ausente nos últimos dias, resolvi que queria algo especial. Algo que ficasse marcado além das imagens. Resolvi fazer uma receita super prática de um bacalhau de forno e, de quebra, fazer um vídeo, para que vocês pudessem ouvir e se encantar por minha voz suave, quase uma melodia (vai vendo).

Comprei os ingredientes, dei aquela geral na cozinha, caprichei na voz de locutora e estava até me sentindo a versão feminina do Olivier Anquier, quando no meio do vídeo, do MEU vídeo, aquele que me faria desbancar qualquer apresentadora de programa de culinária, surge uma infeliz de uma barata. Pânico, terror e aflição. Joguei tudo para o alto e corri feito uma louca, gritando por socorro. 
E olha que nem foi um baratão, mas, sim, uma baratinha, popularmente conhecida como baratas de mercados ou de navio. Aquelas pragas pequenas que se reproduzem mais que os Gremlins quando em contato com a água. 
Aí, minha amigas, adeus vídeo, adeus receita, adeus estrelato. 

Passado o susto inicial, o que seria um belo bacalhau de forno se transformou em um ovo frito com farofa.

Esse é o país da Copa, minha gente?

Aguardo consolo.






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