Dependência do ar...

sábado, 10 de janeiro de 2015

Ultimamente me veio uma preocupação meio que assustadora: a dependência do meu trabalho. Veja, não estou falando de dependência financeira, mas dependência emocional. Vontade de querer estar lá o tempo todo, de ficar triste nos finais de semana, já que só trabalho de segunda a sexta, de só pensar nele e ficar com aquela sensação de que algo me faltava. Até que sem querer eu descobri o nome da minha dependência: ar condicionado.

O meu regime de trabalho são de 10h por dia, e apesar de parecer uma quase escravidão, eu não reclamo. Caras, são 10h no ar condicionado. Eu moro na Bahia, em Salvador, que como vocês devem saber, no verão Salvador se transforma em amostra grátis do inferno. Uma espécie de calor Senegalês, com um sol para cada um.  Daí que na segunda, meu primeiro dia de trabalho após o recesso de final de ano (que por sinal é uma das coisas que eu mais gosto no meu trabalho, o excesso de recesso. Beijo, Brasil), lá vou eu meio que sem vontade, o que é super compreensível após passar vários dias de pernas para o ar, sonolenta, porque eu não contei para vocês, mas eu deixei de tomar Coca-Cola, e como tudo nessa vida tem um preço, o meu veio com juros: sono o dia todo e P da vida por pegar, como sempre, um ônibus cheio e me deparo com o AR CONDICIONADO QUEBRADO. PUTA QUE PARIU!!!

Cara, segunda, que já um dia odiado mundialmente, é especialmente chato para mim, porque é o único dia da semana que as estrelas da empresa, por assim dizer, dão as caras. Aí já viu, né? Casa lotadíssima. 

Trocentas pessoas no mesmo ambiente, São Pedro com o maçarico ligado e sem ar condicionado. 

Poucas vezes eu odiei trabalhar neste lugar (isso só acontece nas segundas), mas na última segunda eu odiei com sabor especial. 

Quarta-feira, quando arrumaram o ar condicionado, meu bom humor voltou e eu fiz as pazes com aquele que amo em muitos aspectos: meu ambiente de trabalho. Que a paz reine entre nós e que essa coisa de ficar de mal nunca mais aconteça. 

Seja bem vindo, 2015.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Faz tempo que não venho por aqui. E olha que eu tentei. Eu entrei. Eu digitei, mas não postei. Faltava algo. 
O emprego novo, que já não é tão novo, foi mesmo a melhor coisa que me aconteceu em 2014 e eu espero muito mantê-lo e melhorá-lo em 2015. Conquistei algumas coisas, me permiti outras tantas. Estou namorando ( o Miguel voltou), feliz, realizada e apaixonada (tá, isso nem era novidade, mas quero renovar os votos). 
Ainda estou tentando ser uma boa dona de casa. Bolinha morreu. =(. Me senti triste, vazia, sozinha. Aprendi a amá-la em pouco e ela se tornou bem importante na minha vida. Amor que não se mede.

Passei um ano novo diferente, longe de todas aquelas coisas tradicionais, mas que eu gostei muito e foi importante para quebrar preconceitos descabidos. 
Tentei investir em um negócio, mas desisti antes mesmo de começar a dar forma. Acabei investindo numa segunda opção e foi super, hiper, mega bacana. Que em 2015 ele prospere mais e mais. 

Como resolução do novo ano, resolvi comer melhor, cuidar mais de mim, perder peso (tão lugar comum). Me acomodei com todas as coisas maravilhosas que aconteceram de Agosto para cá e acabei acumulando além de muitos sorrisos, muitos outros quilos. Tristeza. 

Aprendi a usar maquiagem e me vi a loka de tudo. Era olhar e comprar, mesmo sem saber quando usar. Virei fã incondicional do batom vermelho. Comprei 8 de uma vez só. Ainda não aprendi a usar delineador, mas entrou na resolução de coisas para fazer até o final deste mês.
Estou pensando em cortar uma franja. Aliás, faz tempo que venho pensando. Desde Novembro, na verdade.  O problema é que não fui agraciada com um cabelo liso (por que, Deus?), aí entra aquela coisa de relaxar, hidratar, escovar e pranchar, e eu, como vocês devem saber, sou péssima com essas obrigações. Porém, em nome da vaidade, acho que vou arriscar e seja lá o que Deus quiser (tomara que Ele queira corrigir o erro do cabelo duro). 

Enfim, excelente 2015 para nós. 

Beijos.






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